Qual a diferença entre o diagnóstico gratuito e a consultoria?+
O diagnóstico gratuito é uma leitura rápida e automatizada: você responde algumas perguntas e recebe uma primeira indicação de onde há oportunidade. A consultoria é um trabalho conduzido por gente, com acesso a quem opera o processo, documentos reais e números da sua operação. O gratuito serve para decidir se vale conversar; a consultoria serve para decidir o que fazer.
Preciso contratar a implantação depois da consultoria?+
Não. As duas frentes terminam com você sabendo o que fazer — e livre para fazer com quem quiser, inclusive com o time interno ou com outro fornecedor. O material produzido é seu. Amarrar consultoria a implantação obrigatória costuma enviesar a recomendação, que é exatamente o que a consultoria deveria evitar.
Quem da minha equipe precisa participar?+
Quem opera o processo no dia a dia, obrigatoriamente — é quem sabe onde o fluxo trava de verdade. Além dessa pessoa, alguém com autonomia para decidir prioridade e orçamento. Consultoria conduzida só com liderança produz um retrato bonito e errado; conduzida só com operação produz uma lista sem poder de decisão.
Vocês atendem empresas de que porte?+
O trabalho faz mais sentido em empresas médias e grandes, onde já existe volume, equipe dedicada ao processo e mais de um sistema envolvido. Em operações muito pequenas, o custo de mapear costuma superar o ganho — nesses casos falamos isso antes de vender.
E se a conclusão for que não vale automatizar nada?+
É uma conclusão legítima e acontece. Processo mal definido, volume baixo ou dado indisponível são motivos reais para não automatizar, e descobrir isso em uma consultoria é muito mais barato do que descobrir no meio de um projeto de implantação. Você sai com o motivo documentado, o que também tem valor na hora de defender a decisão internamente.
Dá para fazer as duas frentes ao mesmo tempo?+
Dá, e em alguns casos é o melhor arranjo: o Discovery define o que fazer e a mentoria prepara o time para assumir a execução. Mas raramente começamos pelas duas — a sequência mais comum é entender primeiro o que a operação precisa, e só então decidir se o time interno vai construir ou se faz mais sentido contratar a implantação.